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Poema japonês de três versos de cinco, sete e
cinco sílabas. A não confundir com o waka.
1686-1769
Mestre japonês, calígrafo e pai do zen Rinzai moderno, o qual reformou após uma época de declínio de mais de três séculos. Ele sistematizou a formação dos seus discípulos pelo koan e reafirmou a importância de zazen. É autor do célebre koan : «Que som faz uma só mão que aplaude?»
Ver chie, prajna.
Abreviação de Maha hannya paramita shingyo
Sutra do coração, versão muito condensada da Mahaprajnaparamita apresentando de maneira clara e concisa a doutrina de ku. Cantado todos os dias no final do zazen.
Ver kikai tanden.
sct.: pequeno veículo
Ramo do budismo do qual Theravada é a única escola ainda viva. Também chamado «budismo do Sul» por causa da sua implantação na Ásia do Sudeste (Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, Cambodja, Laos). É a Via do arhat que obtém a sua própria salvação pelas suas próprias forças.
jap.: hi: além; shiryo: pensamento
O além do pensamento, o pensar do fundo do não-pensamento. Pensar sem pensar, sentir sem sentir. A consciência hishiryo aparece quando a consciência pessoal segue a ordem cósmica. Expressão aparecida pela primeira vez no Shinjinmei de Mestre Sosan.
Samadhi do espelho precioso
Poema de Mestre Tozan que exprime a experiência da assimeidade das coisas, da natureza de buda em todas as coisas.
Dia semanal de repouso nos mosteiros zen.
Curto pau guarnecido de pêlos de iaque utilizado pelo mestre durante as cerimónias de ordenação. A não confundir com o kotsu.
Pai-chang Huai-hai, 720-814
Patriarca chinês, discípulo de Baso e mestre de Obaku, o primeiro que decretou as regras da vida monástica chan insistindo sobre a ligação entre zazen e o trabalho da vida quotidiana. Foi ele que disse: «Um dia sem trabalho, um dia sem comer.» Resumiu assim o seu ensinamento sobre a iluminação súbita: «Quando as coisas chegam, não tenham nenhuma reacção: impeçam o vosso espírito de se fixar sobre o que quer que seja, deixem-no tão tranquilo como o vazio e perfeitamente puro.»
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